02 Janeiro, 2006
09 Novembro, 2005
14 Outubro, 2005
Ainda em Mallorca a vida passa lentamente
O último dia por lá foi um sonho acordada.
Cristina me levou para este passeio lindo, pela Serra Tramontana que eu havia apenas visto de relance, no mapinha simples que comprei numa banca de revistas.
Sempre que visitamos um lugar, ou sei lá, sempre que eu visito um lugar, fico imaginando o que ver, para pelo menos , ter uma noção leve das pessoas que ali vivem.
Seus gostos, a comida, os aromas, tudo me interessa.
Em Valdemossa, há uma casa onde Chopin se hospedou e também um monastério chamado Cartujo, lindo...
Pelas estradas a caminho desta parte da ilha, só se vê Oliveiras, para a produção local de azeitonas, e amendoeiras, tudo leva amendôas.
No caminho, passamos por Soller, a palavra local para Caldeirão, uma pequena cidade encravada no meio das montanhas, escondida e linda.
Imagens podem dizer mais que minha memória.
Só tenho a agradecer a Nina que tornou possível esta oportunidade tão especial de conhecer a ilha contruída sobre o que um dia foi território muçulmano. Em uma das Igrejas, pode-se ver através do chão, que é feito de vidro, as ruínas de uma mesquita, sobre a qual hoje em dia pousa uma grande catedral católica.
Cristina me levou para este passeio lindo, pela Serra Tramontana que eu havia apenas visto de relance, no mapinha simples que comprei numa banca de revistas.
Sempre que visitamos um lugar, ou sei lá, sempre que eu visito um lugar, fico imaginando o que ver, para pelo menos , ter uma noção leve das pessoas que ali vivem.
Seus gostos, a comida, os aromas, tudo me interessa.
Em Valdemossa, há uma casa onde Chopin se hospedou e também um monastério chamado Cartujo, lindo...
Pelas estradas a caminho desta parte da ilha, só se vê Oliveiras, para a produção local de azeitonas, e amendoeiras, tudo leva amendôas.
No caminho, passamos por Soller, a palavra local para Caldeirão, uma pequena cidade encravada no meio das montanhas, escondida e linda.
Imagens podem dizer mais que minha memória.
Só tenho a agradecer a Nina que tornou possível esta oportunidade tão especial de conhecer a ilha contruída sobre o que um dia foi território muçulmano. Em uma das Igrejas, pode-se ver através do chão, que é feito de vidro, as ruínas de uma mesquita, sobre a qual hoje em dia pousa uma grande catedral católica.


















































